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O Fórum para a Liberdade de Educação considera que a sustentabilidade nas sociedades de uma cultura de promoção da natalidade, de protecção das crianças e de apoio às famílias, tem de resultar de uma opção livremente assumida pelos cidadãos, que só um sistema educativo que eduque para a liberdade e responsabilidade individual consegue gerar. Por isso aceitou o convite formulado pela Comissão para a Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, onde apresentou um conjunto de ideias que importa conhecer, debater e que são essenciais para garantir o futuro de Portugal e dos Portugueses.

 

Leia AQUI a versão integral da intervenção do Presidente do FLE, Fernando Adão da Fonseca, na Assembleia da República: http://www.slideshare.net/liberdadeeducacao/audincia-do-fle

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publicado às 13:18

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A OCDE considera que o aumento da autonomia e a descentralização de competências na educação são políticas que devem ser aprofundadas para consolidar a requalificação da escola em Portugal. Veja aqui o estudo que a OCDE publicou ontem e perceba quais são as principais repercussões da Liberdade de Educação para o futuro de Portugal...

 

Clique AQUI para ler este estudo da OCDE

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publicado às 11:07

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Descentralizar a educação é oferecer a Portugal uma ferramenta que liberta a escola dos jugos anacrónicos que tanto a prejudicam. Outros países, dando corpo a um conjunto de reformas que tiveram repercussões directas no bem-estar das comunidades, ousaram mudar. Os dados que podemos recolher ao conhecermos essas experiências, permitem a Portugal efectuar esta mudança, oferecendo aos Portugueses a possibilidade de serem livres para escolherem o futuro dos seus filhos, sem correr correr riscos desnecessários. É disto que fala a jornalista Catarina Fernandes Martins na edição de hoje do Jornal "Observador".

 

Leia AQUI a versão integral deste artigo

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publicado às 10:39


A Autonomia das Escolas

por FLE, em 13.01.15

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por Fernando Adão da Fonseca

 

Ao longo dos últimos anos, muitos países ousaram renovar os seus sistemas educativos, alterando a forma como funciona a escola e gerando mais-valias que se sentem em vários domínios. Países como a Suécia, a Finlândia, a Holanda, os EUA e a Nova Zelândia, oferecem-nos conhecimentos que asseguram a Portugal a possibilidade de também se reformar sem correr riscos desnecessários.

 

Na altura do 25 de Abril de 1974, o Estado Português seguia basicamente modelo educativo Francês e, depois da revolução, acabou por alterar somente alguns pormenores de segunda importância sem alterar de forma pertinente a base de sustento que na prática condicionava a liberdade de educação.

 

A Suécia, que partiu do mesmo ponto de partida, e que até passou pelo processo que hoje conhecemos bem de alterar os nomes das escolas, utilizando as siglas EB1, EB2 etc. e reduzindo a personalização da mesmas, mudou bastante o seu sistema e introduziu a liberdade como cerne de todo o processo.

 

Na Holanda, outro bom exemplo de um País semelhante ao nosso e situado aqui muito perto, criou-se um serviço público de educação, ao qual aderiram todas as escolas, de forma a que todas passaram a receber apoio do Estado da mesma maneira e a funcionar autonomamente.

 

Na antiga Europa de Leste, sobretudo nos países que dantes estavam dentro da chamada Cortina de Ferro, todos optaram por modelos educativos assentes na liberdade de escolha depois da queda do muro de Berlim. O apelo à democracia, sentida por aqueles que sabiam bem o que era estar impedido da liberdade, foi factor decisivo na reconstrução desses estados e a escola, que nós em Portugal temos a tendência a desvalorizar, foi o pólo impulsionador da modernidade que hoje por lá encontramos.

 

Isto para não falar na Dinamarca, na Inglaterra ou mesmo da França ou em Espanha onde tudo isto vai acontecendo e com experiências muito interessantes.

 

Por tudo isto Portugal não tem de assumir um novo caminho de olhos fechados e apalpando terreno. Os riscos são muito reduzidos e os benefícios são evidentes para quem estiver interessado em conhece-los e em aproveitá-los. Os exemplos exteriores à Europa, como na Nova Zelândia ou nalguns dos estados que fazem parte dos Estados Unidos da América, vêm reforçar que mesmo em situações de grande diversidade e de riqueza na abordagem social e política das comunidades, é possível e desejável alterar os paradigmas e avançar para a criação de um sistema que responda aos interesses e aos anseios dos Portugueses e que, sobretudo, os ajude a resolver os muitos problemas que tanto têm condicionado a nossa vida ao longo destes últimos anos.

 

O caminho que defendemos é por isso o da crescente autonomia das escolas. Elas têm de ser livres para ensinar e, para isso, têm de ser livres também para gerir os seus recursos, nomeadamente as instalações, as suas equipas de docentes e de pessoal de apoio, a estrutura curricular e as metodologias que utiliza.

 

Sendo certo, porém, que liberdade se conjuga sempre com responsabilidade…

 

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publicado às 12:00


Liberdade de Educação

por FLE, em 08.01.15

O início de um novo ano é uma excelente oportunidade para recordar que a liberdade é um dos valores essenciais e um dos pilares principais da democracia. Defender a Liberdade de Educação é assim contribuir para o futuro de Portugal. Para começar 2015, vale a pena voltar a ouvir o que é a Liberdade de Educação... 

 

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O que é a Liberdade de Educação? - SAPO Vídeos

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publicado às 15:30


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