Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



MárioPinto.jpg

 

 

Num artigo contra o financiamento público do ensino privado, recentemente publicado no jornal “Económico”, intitulado «Chular o Estado» (expressão grosseira esta que melhor revela uma paixão figadal do que titula um discurso racional), o Prof. Vital Moreira veio, mais uma vez, agora oportunamente no contexto da nova maioria ideológica de extrema-esquerda no Parlamento, defender o monopólio do financiamento público do ensino apenas para os alunos das escolas estatais, discriminando desse financiamento os alunos que escolham as escolas privadas para cumprir a escolaridade obrigatória. Ora, o que é certo é que todos os alunos, cidadãos portugueses, são titulares de iguais direitos sociais de acesso ao ensino obrigatório gratuito, sem terem de sofrer discriminação. E é igualmente certo que as várias leis em vigor (todas elas, sem excepção) desenvolvem o regime constitucional reconhecendo claramente que não há discriminação entre os alunos das escolas estatais e os das escolas privadas, para efeito do financiamento público do ensino escolar obrigatório e gratuito []

 

Leia AQUI a versão integral deste artigo do Professor Mário Pinto no Observador

e conheça AQUI o artigo original de Vital Moreira

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:51


OCDE - Education at a Glance 2015

por FLE, em 27.11.15

ocde2015.JPG

 

 

Já está disponível para consulta o relatório “Education at a Glance 2015” produzido pela OCDE com dados e informações relevantes e actualizados sobre o sector educativo. Importa conhecer e perceber o que se passa com Portugal, num cenário global em que muitos países já ousaram reformar os seus sistemas educativos, devolvendo aos seus cidadãos a liberdade de escolha e às suas escolas a liberdade de ensinar. Porque é essencial que Portugal se liberte de estigmas e preconceitos ideológicos que constrangem uma visão linear sobre este sector, até porque a defesa da liberdade é comum e transversal a todos num regime democrático, aqui ficam os dados reais para que todos os possam repensar.

 

Clique AQUI para aceder ao Relatório "Education at a Glance 2015"

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:55

EscolaDifícil.png

 

 

O pensamento dominante em Portugal, que se arrasta há já muitos séculos, acredita que o Estado deve ser o educador do povo. Ao longo da nossa História foi quase sempre assim e teve sempre a mesma consequência: um sistema de ensino retardado, incapaz de lidar com as mudanças e, sobretudo, potenciador do pensamento único e centralizado.

 

E a Liberdade de Educação é o mecanismo que permite concretizar a mudança. É essencial libertar a educação do Estado e também libertar o Estado da Educação. A Liberdade de Educação não defende o fim do Estado. Muito pelo contrário, defende um Estado que seja melhor do que aquele que temos. E esse Estado é o Estado Garantia, ou seja, o Estado que serve de juiz no processo e que oferece aos cidadãos a garantia de que os valores essenciais da nossa sociedade prevalecem.

 

Neste momento, assente numa lógica deste género, temos um Estado que controla burocraticamente todas as escolas, tutelando o sistema e simultaneamente intervindo no dia-a-dia das mesmas, como se fosse possível ser árbitro e jogador ao mesmo tempo. Assumindo esse papel de garantia do sistema, o Estado deverá abandonar o papel de fornecedor de serviços, o que facilmente se entende porque quem fornece esses serviços não pode simultaneamente garantir a sua qualidade e fiscalizar tudo o que está a acontecer.

 

Dessa maneira, num sistema em que prevalece a liberdade – de ensinar e de aprender – é possível recentrar as atenções naquilo que deverá ser o enfoque essencial em qualquer sistema educativo: os alunos e a qualidade da sua educação.

 

 

Clique Aqui para saber mais sobre o Estado Garantia

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:17


Professores Verdadeiramente Livres

por FLE, em 17.11.15

fle.jpg

 

Ao contrário do que alguns teimam em afirmar, a Liberdade de Educação não se restringe à escolha da escola.

 

Para que exista liberdade, é essencial que também as escolas sejam livres na determinação das suas práticas pedagógicas, obviamente plasmadas na gestão dos conteúdos programáticos e dependentes de metas definidas e fiscalizadas pelo Estado. Este reforço da autonomia e da responsabilidade das escolas exige que sejam as escolas a escolher as suas equipas, de maneira a tornar possível promoverem a eficiência e garantirem resultados.

 

Mas também não existe liberdade de educação sem professores livres, autónomos e responsáveis. Os professores, que hoje são obrigados a ensinar de acordo com directrizes que lhes são impostas superiormente, merecem usufruir de uma autonomia que promova as suas potencialidades e reconheça (e premeie) a sua excelência.

 

Os professores têm de recuperar o seu papel central no processo educativo. Uma escola com verdadeira autonomia, ao mesmo tempo que permite um maior comprometimento dos professores, desde logo pela sua responsabilidade na definição do seu próprio projecto educativo, reconhece a importância dos seus professores se reverem e identificarem com ela, e de, através da sua responsabilização, se realizarem profissionalmente.

 

A liberdade de educação é uma condição de cidadania para alunos, famílias, escolas e professores. Sem liberdade de educação, estamos a educar as futuras gerações para um totalitarismo que é contrário à própria democracia. 

 

professoresFLE.jpg

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:03


Defender a Escola Pública

por FLE, em 03.11.15

EscolaPrimaria.jpg

 

 

A liberdade de educação é o instrumento que melhor defende a escola pública.

 

E defende-a porque assegura a todos – sem excepção – a liberdade de poderem escolher a escola que melhor se adequa ao perfil, às necessidades e aos projectos de vida dos seus filhos. Fá-lo protegendo os mais desfavorecidos e aqueles que, por motivos diversos, não têm a possibilidade de pagar uma escola que cumpra esses requisitos.

 

A escola pública é aquela que está aberta a todos os alunos. É a escola que não escolhe aqueles que a podem frequentar e que não compartimenta a sociedade por sexos, condição económica, estatuto social ou profissional ou orientação religiosa, aceitando de forma aberta todos aqueles que a escolhem para cumprir o seu projecto educativo.

 

Ao contrário do que muitos teimam em afirmar, importa pouco saber quem é o proprietário dessa escola. Tal como ninguém se preocupa em saber quem é o proprietário do autocarro onde anda, do comboio que apanha, da ambulância que o transporta numa emergência ou do hospital onde vai ser tratado. Importa, isso sim, reconhecer a qualidade do seu trabalho e o esforço e empenho que coloca nas suas actividades.

 

Por isso, a escola pública assume um verdadeiro Serviço Público de Educação, porque oferece a todos a possibilidade de construírem um futuro significante, equilibrado e audaz. Disso depende o bem-estar das futuras gerações e a identidade do nosso País. Disso depende a sobrevivência da nossa democracia.

 

Desta escola pública, num sistema livre e independente,  depende Portugal.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:02


Ainda a Escola Pública

por FLE, em 03.11.15

escolapública.jpg

 

 

 

As escolas que venham a integrar o serviço público de educação são escolas públicas, tal como são públicos os transportes que podem ser utilizados por todos nós. As escolas públicas têm um conjunto de características e obrigações que dão corpo à Liberdade de Educação, em linha com aquilo que está inscrito na Constituição da República e nos demais documentos e normas que compõe a nossa legislação.

 

A escola pública tem obrigatoriamente de ser acessível a todos, sem excepção, e não pode seleccionar os seus alunos, independentemente de ter uma gestão privada ou pública. É esta a escola que a liberdade de educação defende por ser ela que garante a todos a possibilidade de serem livres na escolha do seu projecto de vida.

 

Mas para ser verdadeiramente livre, a escola pública tem de ser autónoma. Deve ser responsável pela definição dos seus conteúdos, pela gestão do seu orçamento e pela escolha das suas equipas. E, como é evidente, deve ser responsabilizada pelas escolhas que faz.

 

O Estado, que actualmente actua como se fosse uma mera secretaria administrativa de uma qualquer imensa escola, deve assumir a sua vocação de árbitro. Ao Estado compete definir as metas que obrigatoriamente cada escola deve cumprir e, simultaneamente, compete fiscalizar o funcionamento de cada estabelecimento de ensino. É ele que garante a qualidade final da oferta educativa e, em última instância, é ele que assegura a cada criança e a cada família a liberdade de poderem escolher com segurança a oferta educativa que mais se adequa aos seus interesses.

 

É desta autonomia, num cenário responsável de liberdade, que depende a Identidade dos Portugueses e a sobrevivência da democracia em Portugal.

 

Saiba mais sobre a autonomia das escolas no site do FLE

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:00


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

calendário

Novembro 2015

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930



Arquivo

  1. 2016
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2015
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2014
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2013
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D